VAI PRO AAAAAR

174 dias. Contando com hoje, o esse blog permaneceu sem nada durante 174 dias. E eu que no início achei que seria a melhor temporada. Foi como aquele seriado pica das galáxias que você começa a assistir e do nada, antes mesmo do meio da temporada, a emissora resolve tirar do ar, cancelar. Foi o que pensei meses atrás quando parei para contar quanto tempo estava sem postar nada, sem escrever um fracasso que não fosse para o terceiro livro que estou escrevendo ou alguma música que logo em seguida eu tenha deixado de molho, guardada, e três seriados que eu assistia foram cancelados, assim, do nada… Pior que só percebi quase dois meses depois quando fui investigar se tinha acabado mesmo com tão poucos episódios ou se eu “perdi os horários”. Daí umas três semanas atrás, sem querer, navegando por estes sites de séries, descobri que dois deles, suas respectivas emissoras resolveram voltar a transmitir ao menos a temporada que já tinha iniciado. Bom para mim. Bom para quem assiste. Bom para a emissora, pois não fica aquela impressão de dinheiro jogado fora e/ou que os atores ou a série por si, perdeu o sentido.

Nessa época, entrei no blog e fiquei relendo alguns posts. Não me veio vontade de ao menos terminar a temporada, mas sim, continuar mesmo. Mas como? Esse ano, sem sombra de dúvida, já é e independente do que eu faça, será o que menos criei. Se nos anos anteriores fiz de 30 a 40 canções, até o momento, se eu for contar, não cheguei nem a 15. O livro que estou escrevendo e que pretendia terminar para começar a revisar e dar os últimos toques no meio da ano, cheguei na metade dele essa semana. Tudo bem que ele tende a ter muitas páginas, mas eu estava preparado para isso. Não sei o que houve no meio do caminho. Na verdade faço ideia, mas, certeza? Nenhuma.

Hoje, decidido… Espera. Agora, decidido a me focar no blog, sentei aqui, preparei uma playlist com clipes que tenho baixado (peguei esse vício com o meu amigo Sérgio Soares) e comecei. É o que está lendo nesse exato momento, mas prometo que depois de findar esse, dou início a um novo fracasso e preparo os próximos que virão no decorrer dos dias. Mas nesse exato momento, preciso terminar esse, enquanto Dave Ghrol me traz inspiração cantando Everlong acústica e me traz inspiração. Aí quem acompanha minha carreira, pergunta: E o Bon Jovi?. Ainda não comecei a baixar os clipes do Grande, vou terminar os do Foo Fighters primeiro e já deixo claro que sou tão fanático por FF quanto sou por Bon Jovi. Rola até uma disputa interna bacana, quando as vezes me pego em algumas ocasiões preferindo mais um do que o outro e vice-versa. Varia do momento. Varia da história que a música esteja me fazendo relembrar. Varia do que a música esteja me fazendo sentir. E por aí vai… Sei é que a música que mais ouvi esse ano foi The Pretender. O Bon Jovi lançou CD novo em Março, muito foda por sinal, mas minha predileta do CD ainda não chegou aos pés do número de vezes que ouvi The Pretender de Janeiro a Março, quando começou a reduzir por conta de alguns álbuns que foram lançados: What About Now Bon Jovi; Comedown Machine – The Strokes; e Love, Lust, Faith + Dreams – 30 Seconds To Mars. Mas… Por que entrei nesse assunto mesmo?

Não sei se já falei sobre isso aqui. Se já, vou repetir com novidades. Em Dezembro eu terminei os últimos ajustes do segundo livro que escrevi, Ventura, e queria dar certeza de quando vai ser publicado, mas posso adiantar que independente de impresso ou digital, será disponibilizado. Não é por que é meu, mas, está lindo. Atualmente está sob da minha grande mãe-literária, revisora e etc Verônica Sobreira, que fará a revisão e da minha primeira, e até então única, leitora-beta, a Carol Gama. Inclusive, aproveitar para, quem tiver o interesse de entrar para o meu clube de leitores-beta, entra em contato comigo via inbox no Facebook e let’s talk about. E o que estou escrevendo atualmente, que até então chamo de Miguel, cheguei à metade dele essa semana. 190 páginas. Terá de ser grande, pois as duas semanas de história, que o leitor tem para conhecer o personagem principal e entender a reviravolta, duram 170 e poucas páginas. Posso até ousar dizer que a história toda dura um mês e mais alguns dias no máximo. Depois dele, estou na dúvida se começo outro ou Sua Última Flor 2, que posso adiantar, também, que será uma trilogia. Como alguns de vocês sabem, o escrevi em abril de 2010. Por mais que tenha sido lançado há um ano pela Editora Modo, teve duas versões independentes. Já está na hora da tão prometida continuação, certo? Sou apaixonado pela obra principalmente pelas pessoas terem se apaixonado pelo meu querido e amado personagem principal… A qual eu tanto me identifico. Hahaha. A Alice também não deixou a desejar e isso foi ótimo.

Eu ainda tenho muita coisa para contar, sério. Só ando um tanto que bloqueado para coloca-las no papel, mas as histórias estão aqui. Algumas in my mind e outra in my heart. Fora os projetos que ainda não expus ao mundo, mas aos poucos tenho preparado um pouco aqui e ali para pôr na panela de pressão e pimba. Agora, vamos preparar um fracasso bem bacana? Se não sair como esperado, me perdoe, prometo que só tende a melhorar. Até por que, há certas ferrugens espalhadas por aqui que só alguns post-óleo para tirá-las. Como sempre, sem revisão alguma. VAI PRO AAAAAR!

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